muitas vezes pq mentiste,pq fizeste,pq mostraste que sentias o que não sentias,pq me marcaste,não havia necessidade.
Penso em ti todos os dias da minha fraca exitência,todas as horas do meu dia -a -dia superfulo,todos os minutos duma existência quase patética,todos os segundos desta vida caótica.
Deixas-te em mim muito de ti...eu errei em querer dar-te o que tu na verdade não querias receber!
O erro foi meu como sempre é...busquei o que mais necessitava de fora para dentro de mim e devia ser ao contrário...devia ter procurado dentro de mim o que busquei em ti....
Estranho é o ter-te amado,ou melhor,estranho é ainda te amar...estranho é pensar ainda em ti...
És minha companhia,tomaste parte do meu coração e invadiste os meus sentidos...
O teu rosto ficou... o teu olhar esta em mim...foste o que eu por momentos havia sonhado e ainda és pqainda te recordo,ainda te sonho e ao sonharte dou por mim tentando acordar...Afinal todos os sonhos tem um fim ou muitas vezes são cortados a meio,ou apenas nos lembramos do principio...
É assim que eu me sinto como num sonho interrompido,só me lembro do principio e do meio...não me lembro do fim,apenas
o sinto como uma seta que me trespassa a garganta e me impede de respirar...
Apaguei o teu nº mas sei-o de cor,toquei o teu corpo e sinto-o com fervor...queria tanto ou melhor quero-te tanto que me confundo ao amanhecer e penso que te vou encontrar e dar-teos bons dias...ou ao anoitecer quando a alma pede colo e parece que tu estas aqui.
A minha cabeça é uma sinfonia abrupta de imagens tuas,fugazes,rapidas mas bem nítidas...
Cheguei a dizer que te odiava, mas não era verdade,era apenas o sentimento de regeição que tomou conta de mim quando me abandonaste...
Quando tomei consciência tb te disse que te amava e ai falava verdade,qp vinha da alma.pq invadia o meu coração,a tua imagem,o teu sorriso doce!
Mas já era tarde,aliás tudo é tarde para mim,a não ser a luta diária e incessante por um lugar ao sol!
Na verdade não interessa nada o que sinto,mas sim o que devo sentir...
Não intereção os sentimentos,nem as emoções,o que importa é o pão nosso de cada dia,a realidade cruel e fria que tenho de infrentar para sobreviver,por isso já não perco tempo em sentir,nem quero que sintam alguma coisa por mim seja ela qual for.
Os meus pés estão bem assentes na terra e a minha cabeça deixou de viajar!
Constato a realidade e luto para sobreviver.
Jamais voltarei a amar,até pq isso nãoé para uma pessoa como eu.
Eu não posso amar e não amo.
Passo agora impune aos sentimentos dos outros e aos meus próprios sentimentos.
Fico grata por não ter ninguem
que se preocupe comigo,pq eu só me preocupo com o que é realmente importante a minha sobrevivencia.
Entendasse não a minha vivência pois essa já não existe,nem conta...mas sim a minha sobrevivência.Sobreviência essa capacidade que o ser humano tem de lutar,sofrer,sofrer ,lutar mas sendo fria e racional.
É um facto já nada me emociona, por essa razão e só por ela,acho que estou curada.
Nada me toca, tudo me parece na realidade pratico e definitivo.Não voltarei a amar e espero que tb ninguem me ame,pq de mim terá apenas a indiferença,comum a todos aqueles que não tem coração e que por isso deixaram de sentir!
EU